30 de nov de 2017

Recomendações de Séries 2

Fiz um post com o mesmo nome na semana passada, mas estava ficando imenso, então resolvi fazer uma continuação. Mas você pode ver o primeiro post aqui.
Seguimos com as séries que já assisti, recomendo e no mesmo esquema: resumão e crítica rapidinha só pra te dar o gostinho e a vontade de maratonar elas.

The Originals


Como disse no post anterior, eu amo fantasia. E aqui temos mais uma série de fantasia com vampiros, bruxas e lobisomens. TO na verdade é um spin-off (explicar o que é) de The Vampire Diaries (a qual falei no post anterior). Mas apesar disso ela não tem uma pegada tão teen como as outras já que os personagens principais são vampiros de mil anos. Como eu costumo dizer: é a TVD crescida, para os fãs de TVD que tinham 12/13 quando a série estreou e hoje já tem 20 e continuam curtindo vampiros.

Resumão: Os Originais são os primeiros vampiros criados na face dessa Terra e que foram apresentados em The Vampire Diaries, mas não você não precisa assistir uma série para entender a outra. Os irmãos Mikaelson viviam em Nova Orleans, mas foram obrigados a fugir de lá deixando Marcel (Charles Michael Davis) , um menino que eles literalmente pegaram pra criar. São 5 irmãos: Elijah (Daniel Gillies), Klaus (Joseph Morgan), Rebeka, Kol e Finn, mas os três primeiros são os mais ativos na série. Esses voltam para cidade e para reinvindicar a posse dela. Muita treta começa e mais treta acontece porque ao longo desses mil anos eles fizeram muita merda com muita gente. Então vão fazer de tudo para proteger a família e para isso muitas cabeças irão rolar.

Crítica da Sabrininha: Novamente a série é muito criativa porque o céu é o limite quando se trata de fantasia né? Eu amo viajar com esse universo. Apesar de não ser necessário assistir uma série para compreender a outra, eu particularmente não recomendo assistir dessa forma. Porque são histórias independentes, mas quem em sã consciência quer perder as atuações do fulano (Klaus) em TVD?
A série estreou em 2013 e ainda não terminou.

Fringe


A série da minha vida. Fugindo de todas as outras citadas nesse post e no anterior, Fringe tem um gênero bem definido: ficção científica. E quando me falam “ah Sabrina que série eu assisto?” eu respondo “Fringe”. A protagonista é a mulher maravilha da minha vida, super emponderada para uma série exibida de 2008 até  Vale muito a pena!

Resumão: Olivia Dunham (um pisão de mulher: Anna Torv)é uma policial que esbarra em um caso bizarro e por ser uma agente foda pra porra é convidada a fazer parte de “Fringe”, uma espécie de polícia que investiga esses casos. Tudo permeia a ciência, é nessa parte que ela conhece Walter Bishop (John Noble)e gatíssimo Peter Bishop (Joshua Jackson). Eles ajudam ela. No desenrolar das temporadas a gente percebe que ela é o ponto chave da série.

Crítica da Sabrininha: Minha maior crítica negativa é que deveria ter mais temporadas. Fora isso eu diria que é uma série para todos os públicos porque não tem nada com estereótipo “teen”, “para mulheres” ou “para homens”. Qualquer um pode assistir Fringe e qualquer um pode ficar doente pela série como eu fiquei. Como eu disse que Olivia é emponderada, gostaria de fazer observações: ela é incrível profissionalmente, mas um pouco cagada emocionalmente e isso é uma característica comum em produções nas quais a mulher para ser foda tem que ter algum aspecto tido como “feminino” negado. Entretanto tem explicações para ela ter esse lado sensível retraído, não foi para tentar masculinizar ela. Assista e entenda que foi uma infelicidade ela ter ficado assim, mas isso não diminui a personagem que ela é.

Game of Thrones


De todas as que eu falei aqui acho que essa é a mais conhecida e a que está “em alta” nos últimos anos. Comecei a assistir sem fazer a menor ideia do que se tratava. Foi a época que comecei a fugir de séries muito “teen”. Apesar de ser uma série jovem, não é “para adolescente”.

Resumão: Que os fãs não me matem, mas é que a série tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, então serei direta: existe um trono, “um” não “o” trono e quem senta nele é quem governa os sete reinos. Muita gente quer esse trono e por isso famílias são destruídas, muita gente morre, têm guerras e mais guerras e uns dragões. A quantidade de traições e jogos políticos pode te levar a pensar que não mudou nada daquela época para os dias atuais. E é difícil fazer um resumo porque não consigo pensar em 3 personagens principais entende? Eles são complexos Mas se você vai começar agora preste atenção sempre que ouvir os seguintes sobrenomes: Stark, Lannister, Targaryen.

Crítica da Sabrininha: GOT é o tipo de série que vai te dando aos poucos o que você quer, então você fica de episódio em episódio louco pra saber se é agora enfim que aquilo vai acontecer. É verdade que muita gente morre e não foi com todas as mortes que eu soube lidar. Indo contra uma maré de séries que você já sabe o que acontece no final, acredito que HBO se arriscou com GOT. Mas deu certo porque é uma série incrível, com uma produção absurda e com exceção da última temporada que teve muitas críticas, ela é a queridinha e não é atoa.

Por: Sabrina M. Lima