18 de out de 2017

Apaixonada e boba



Quando eu durmo sozinha eu acordo esperando te ver, assim mesmo tipo mágica. Eu fico esperando que alguma mágica da fada do amor vai perceber que eu estou sentindo a sua falta e vai te trazer para o meu lado. E ai a gente vai ficar juntinho. Essa mesma fada congelaria o tempo e a gente ficaria o dia na cama sem perder nada lá fora.

Ainda não consigo contar todas as vezes que eu sinto falta de você ou que eu lembro de você pelos motivos mais bobos. Consigo ler suas mensagens com a sua voz e eu até adivinho o que você vai dizer, antes mesmo de você dizer. Porque a gente tem essa conexão boa, essa coisa de ligar quando um tava pensando em ligar, convidar de ir pra algum lugar que o outro também queria. Deve ser a tal da "química" ou coisa de outras vidas, sei lá, não me importa saber.

Eu sei que tem uma galera que discorda de mim, mas namorar é tão bom! Ok, ser solteiro pode ser bom também. Mas é que eu tenho certeza que nasci pra ser mozão. Nasci pra fazer cafuné, nasci pra atacar com beijos pela manhã, nasci pra agarrar alguém durante a noite, nasci pra ganhar a briga do "eu amo mais", eu nasci pra transbordar amor até transbordar o outro também. E esse outro poderia ser alguém melhor que você? Eu acho que não ein.

Encontrar um amor desses no meio dessa Era em que ninguém quer se apegar e todo mundo tem tanto medo, foi sorte. Uma sorte que eu quis muito e que eu gastei energia pra tê-la. Todo mundo merece se apaixonar porque, ao contrário do que dizem, paixão é ganho não perda.

Quando a gente ama, o corpo todo ama. A mente ama lembrar, os dedos amam se entrelaçar, os braços amam agarrar e deixar um coração coladinho no outro e ele -o menino coração- ama bombear essas sensações gostosas por todo nosso corpo. A sensação de ver alguém, que você já viu trilhões de vezes, como se fosse a primeira e todas essas bobeiras de amar. Porque todo apaixonado é bobo, se não for não está apaixonado.

Tudo isso é só pra dizer que eu te amo, estou sentindo a sua falta e eu já sei o que você vai falar.

Por: Sabrina M. Lima